terça-feira, 22 de setembro de 2015

DCM Fim da PLim Plim?

disponivel na AMAZON.COM  livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha


O Uber da TV: como a Netflix está sangrando a televisão no Brasil. Por Kiko Nogueira Email Tweet Postado em 15 ago 2015 por : Kiko Nogueira netflix tv Silvio Santos fez uma piada há alguns meses que virou notícia pelos motivos certos e pelos errados. Em seu dominical, admitiu: “Eu não vejo televisão. Só assisto cinema”, disse. “Eu tô vendo uma série muito boa, ‘Bíblia’. Assista, tem na Netflix”. Pediu uma assinatura, ganhou, virou manchete. Mas foi a primeira vez, provavelmente no planeta, em que um dono de TV confessa o óbvio: cada vez mais gente como ele prefere os canais na internet. Uma pesquisa do final do ano passado do instituto Nielsen constatou que o uso tradicional da TV nos EUA caiu 10,6% entre pessoas de 18 a 34 anos. No Brasil, um levantamento do Google com homens e mulheres entre 14 e 55 anos concluiu que 24% delas passam metade do tempo na internet assistindo vídeos. A tendência é de alta. Basta ver o que ocorre na sua casa. O Brasil está entre os mercados mais importantes para a Netflix, atrás de EUA, Canadá e Reino Unido. Há quatro anos em operação aqui, calcula-se que tenha pelo menos 2,5 milhões de assinantes no país. O faturamento, de acordo com a companhia, deve ser de mais de 500 milhões de reais neste ano. Cresce exponencialmente. Em julho de 2014, o total mundial era de 50 milhões de assinantes. Atualmente, são 65 milhões. Recentemente foi anunciada uma operação em Cuba. Está sendo chamada, por executivos nas TVs, de Uber, o aplicativo que acabou com a vida dos taxistas. É um caminho sem volta, especialmente para a Globo. Um amigo jornalista americano, radicado em São Paulo, contou que uma das coisas que mais o impressionaram aqui foi o tamanho da Globo com relação à concorrência (ou falta dela). “Isso não é capitalismo”, disse. “É uma aberração”. Por suas dimensões, o tombo tende a ser pior. Audiências em queda livre — quem imaginou o Fantástico com 17%? –, tentativas inúteis de reverter uma situação irreversível. Em 2014, numa visita ao Rio, o principal executivo da Netflix comentou sobre a ausência de atrações da Globo no canal. “É uma situação única no mundo. É a única grande rede de televisão que não negocia com a gente”, afirmou Ted Sarandos. “Acho que eles têm medo de que vamos canibalizar o negócio deles”. A emissora carioca optou por uma plataforma chamada Globo TV+, que ninguém sabe, ninguém viu. Com diversas opções no cardápio nos serviços por streaming, ficou evidente também o baixo nível da produção da Globo. Qualquer cidadão medianamente educado que veja um seriado — e não precisa ser algo de primeira classe como “House of Cards” ou “Breaking Bad” — tem um choque com uma telenovela (não precisamos entrar no lixo de “Big Brother” ou “Esquenta”). Atores ruins, texto vagabundo, falta de nexo… Sempre foi assim, você se pergunta? “O Astro” era isso? “Gabriela Cravo e Canela” era isso? “O Bem Amado” era isso? Janete Clair era isso? Provavelmente, sim, embora sua memória afetiva insista que naquele tempo era melhor. Na verdade, como ninguém tinha condições de comparar com nada, engolia-se a papagaiada embrulhada no tal “padrão de qualidade”. Se tivessem juízo, elencos, diretores e autores veriam um único episódio de “Better Caul Saul” e ajoelhariam no milho até parir algo decente. Como o negócio é tentar manter o Ibope — inutilmente –, parte-se para o vale tudo. É uma queda lenta, mas inexorável. Como gosta o grande senador Aloysio Nunes, a internet está sangrando a Globo. (Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui). Sobre o Autor Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

PT: o partido que mudou o Brasil

disponivel na AMAZON.COM  livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha


O PT, Partido dos Trabalhadores veio para mudar a política e o Brasil Fundado por sindicalistas e ex-militantes das guerrilhas de esquerda que diziam lutar contra a ditadura militar no Brasil, em que pese que pregavam a doutrina marxista da ditadura do proletariado, este partido se utilizou das mesmas estratégias dos seus militantes que durante o período da luta armada pra implantação da ditadura do proletariado na sua considerada por eles como a luta de classes entre as duas classes de interesses inconciliáveis, segundo Marx, os proletariados e os capitalistas. Em sendo assim declarada a luta de classes somente restariam duas estratégias, segundo Gramsci: a guerra de posições ou a guerra de movimento. O PT tentou os dois caminhos, no debate e embate público defendendo e argumentando sem parar contra os seus opositores, com argumentos nem sempre claros e convincentes, mas a prioridade é a guerra de movimento onde o PT ainda utiliza dos mesmos fatos e atos dos guerrilheiros, sequestros de autoridades e capitalistas, expropriação de bens e capitais para financiar a política, o engodo, o roubo, o aliciamento de poderes, a cooptação de agentes na máquina pública, o controle e monopólio da comunicação de massa e da informação e seus meios e mídias. Agora desmascarado pela operação Lava a Jato, não se sente desmoralizado nem envergonhado pelos métodos revelados para a implantação do comunismo de vez que todas as instituições do capitalismo como o judiciário, por exemplo, não tem legitimidade, neste caso os fins justificam todos os meios para se manterem no poder e implementarem a ditadura do proletariado. Nos países que experimentaram esta espécie de igualitarismo material, patrimonial e monetário todos ficaram pobres. Ao invés de acabarem com a pobreza acabaram com os ricos e com a riqueza. Destruíram a capacidade de produção industrial e os investimentos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Futebol da sorte demais

disponivel na AMAZON.COM  livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha


A maior farsa da História da Humanidade Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político A maior de todas as corrupções não é na política É verdade que os políticos estão na vanguarda quando se fala de corrupção. Mas, por outro lado, imagine você se alguém lhe dissesse que ganhou em sorteios da Megasena 200 vezes seguidas. Isso já aconteceu na política, como farsa, é claro. Mas, o que diria alguém de um caso mais escabroso de um vencedor que ganha há mais de 50 anos seguidamente? É assim que funciona o futebol profissional no Brasil. Veja que em meus 56 anos de vida cansei de esperar por uma mudança do ranking dos quatro maiores times de futebol do Rio de Janeiro, melhor dizendo, dos quatro vencedores natos do futebol carioca. Apenas para argumentar; o mesmo se pode dizer em São Paulo, em Minas Gerais, em Rio Grande do Sul. O que se vê é que contrariando a ciência da Estatística, os quatro grandes são ocupantes vitalícios do olimpo futebolístico, a saber: Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo. Não venham dizer que é questão de escala ou de investimentos. É muito mais que isso: é muita sorte que os outros times não têm, como, por exemplo: Bangu, Canto do Rio, Friburguense, Cabofriense, Campo Grande, América os quais nunca, repito, nunca chegam a figurar entre os grandes times. Neste caso a mão-invisível do acaso é muito conspícua. Vai ter azar assim no inferno! Futebol e as Suas cretinices Não fora a brilhante ideia das guerras de torcidas invenção de Nelson Rodrigues e de Ary Barroso e o futebol ainda seria em Brasil um esporte da elite, como o povão vê o Tênis e o Golf. Então, cria-se um novo critério totalmente arbitrário, subjetivo e inescrupuloso para trazer a emoção que fugia. Criou-se uma linha imaginária, invisível, intangível e fugaz que apenas o juiz tem a capacidade extraordinária e extraordinária talvez extra sensorial de percebê-la. Ela está lá, só o juiz pode dizer quem a ultrapassar durante o jogo. Como se não fossem suficientes as expulsões, as faltas graves e as assinalações duvidáveis e inacreditáveis, a marcação da linha de impedimento do atacante traz ao futebol o fator espiritual anômico ao emocionante esporte. Na ciência que estuda o acaso, a Estatística, não existem as probabilidades 100% nem 0%, mas, o futebol profissional desmente este axioma matemático. Compreendo as paixões que despertam nos torcedores a trajetória histórica destas instituições, que as obriga a não se encaixarem em qualquer lógica matemática, mas os casos inúmeros de pequenas e grandes fraudes, no final resultam na alteração das expectativas matemáticas, mais ainda, nas esperanças estatísticas. Nem o melhor matemático do mundo conseguiria explicar este fenômeno, onde tudo é muito previsível, visto que as variáveis estão todas sob controle, e não é do controle emocional; interesses sociológicos, políticos, financeiros, geopolíticos, de Estado, eleitorais, de segurança pública, étnicos, sexuais, estão todos entrelaçados impedindo que o acaso decida as relações históricas, fazendo com que a História se repita, contrariando a Dialética, essa História que se repete como uma farsa muito desejada e ansiosamente esperada.