sábado, 24 de junho de 2017

Os planos de Deus para a humanidade

disponivel na AMAZON.COM  livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha


Os Planos de Deus para a humanidade na era cibernética “Crentes e clérigos costumam fazer a leitura de Gênesis teleologicamente, ou seja, buscam no erro de Eva a justificativa para a criação e extinção do Jardim do Éden. Errado. É a leitura do fim para o começo de tudo, como se tudo estivesse programado para dar errado. Não faz sentido um mundo premeditado, nem para Deus, Deus não seria tão tosco e superficial. Isto é uma concepção humana para Deus.” (Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Catolicismo) “Se as religiões não se descolarem de suas embalagens envelopadas e blindadas pela leitura embalsamada pelo tempo sem fazer-se as aproximações e contingenciamentos históricos a possibilidade de uma leitura descontextualizada sempre será um perigo para afastar os jovens e os intelectuais desta riqueza histórica que são os livros sagrados, escritos para uma época e à espera da interpretação para serem entendidos em um outro contexto de mais de dois mil anos de escrita, mais de treze mil anos de sua concepção. A linguagem da Bíblia precisava ser entendida há treze mil anos passados, dentro da concepção de mundo da época, e precisa ser interpretada para ser entendida agora, treze mil anos depois. Do mesmo modo, que no futuro se as arqueologias daqui a dez mil anos não souberem distinguir um conto do Homem Aranha, uma História de Romeu e Julieta, ou a Saga do Senhor dos Anéis, ou a estoria das calmarias do Atlântico que levaram casualmente ao descobrimento do Brasil, daquilo que foi a nossa verdadeira História - e já temos problemas demais até com a História moderna - sobre o que é verdade e o que seria apenas disputa políitica, nós hoje temos a obrigação de separar as lendas semitas do que era fato e história verdadeira, como as lendas de Noé, Adão e Eva, Jonas e a baleia, se não, nós estaremos nos comportando como os futuros arqueólogos do futuro que incidirem em crenças acríticas sobre o nosso presente.” A História da humanidade vista da perspectiva divina é um conjunto de atos e fatos que não foram premeditados nem preconcebidos antecipadamente. Se o pecado de Eva pudesse ter sido previsto com antecedência por Deus, então, não o evitando, permitir que Eva cumprisse o seu destino, seria Deus cúmplice do pecado de Eva por concussão e prevaricação, pois Ele tudo sabe e tudo pode prever. Que sentido teria a criação do paraíso para ver a sua criatura mais parfeita fracassar? Não faz sentido pensar que Deus sabia ou esperava que Eva fosse cometer pecado, isso inviabiliza qualquer tentativa de entender a idéia conceito de livre arbítrio. Livre arbítrio significa que Deus nunca vai interferir na vontade humana, ficando assim esta decisão a única coisa que Deus não seja capaz de prever nem de se autoprevinir. 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Por quê?

disponivel na AMAZON.COM  livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha

Evangelho bíblico fenomenologico 7 min · Viva a tristeza e a melancolia da alienação Quem disse que para ser feliz precisa ter uma vida de abstinência de alegria ? Muitas religiões seguem uma bula que exclui do crente, e proíbe o fiel de se divertir e ter alegria, por que acreditam que a alegria não pode levar à felicidade verdadeira. Quanto mais ascética, quanto mais triste, quanto mais provação e sofrimento mais santa a sua vida pode se tornar. Estas correntes filosóficas apenas repetem as experiências vivenciadas pelo ciclo dos gregos a cerca de dois mil e quinhentos anos passados. Então uma corrente de gregos defendia o ascetismo para se alcançar a felicidade. O ascetismo é hoje representado pelos franciscanos, acreditam que uma vida bem regrada, sem luxos, sem excessos é o único caminho da perfeição espiritual. Outros caminhos helenistas defendiam a apatia. Diziam que para sermos felizes não podemos ter desejos, pois os desejos não atendidos, ou frustrados levam à infelicidade, na impossibilidade de satisfazer algum desejo impossível; acreditam que devemos evitar desejar o que quer que seja, então devemos viver sem desejos, sem vontade, e sem cobiça e ambições. Outro caminho do helenismo escolheu a vertente da dor chamado este ciclo de dor que depura a alma, o estoicismo. Resumindo: a) Ataraxia: é a busca da completa serenidade interior, pelo abandono total das perturbações produzidas pelo desejo, através do abandono total de todo desejo; é o desejo não realizado, não concretizado, que leva à frustração. E o principal de todos os desejos é o desejo de felicidade. A frustração levada às últimas consequências conduz à violência ou à apatia, tornando o indivíduo antissocial. b) Epicurismo: ou hedonismo, seria a busca utilitarista da felicidade através do prazer, fazendo-se um balanço desta busca da felicidade através da economia e escolha racional entre o prazer e o dever, entre o sacrifício e o prazer, fugir da dor e do sacrifício desnecessário e improducente, minimizando as expectativas de sofrimento e maximizando as expectativas de prazer e de vantagens através do cálculo egoísta entre o dever e o prazer, entre o custo e o benefício. c) Ceticismo: seria a busca racional da verdade absoluta pelo abandono de todas as idéias e noções pré-concebidas e apriorísticas; buscar a verdade livre de quaisquer condições preexistentes, epoché, imutáveis ou indiscutíveis, insofismáveis. tudo pode e deve ser questionado, examinado, verificado, investigado, posto à prova, nada pode ser desprezado ou excluído da censura e da dúvida. Duvidar de conceitos e das verdades eternas e das afirmações insofismáveis. Tudo pode ser questionado, verificado, discutido e modificado. Tudo deve ser testado, demonstrado e atestado. Somente pode ser verdadeiro aquilo que sobreviver ao fato concreto. No limite, chega-se ao niilismo Nietzcheriano: nada é nada, nada é tudo, e tudo é nada, não existem propósitos nas ações e intenções humanas. d) Justiça: a noção de justiça, representada pela balança, indica que os nossos atos não podem exceder nem ficarem aquém da medida certa e exata, nos momentos e lugares certos: sem excessos nem falhas, ou faltas. Sendo justos estaremos sempre mantendo o equilíbrio da balança; nem bondade, nem maldade; nem doar nem receber; nem retirar nem entregar nada que não seja direito. Cumprir os deveres na estrita medida do necessário. e) Estoicismo: é aquela corrente filosófica que ficou conhecida por defender a importância do sacrifício pelo futuro, deixar de gastar hoje para usufruir depois, pois nada se consegue de útil sem sacrifício, sem o esforço devido. O sacrifício de agora, a poupança, a previdência, a prevenção, abstinência é que podem prover e determinar o amanhã. A vida sem coragem para fazer renúncias, para abrir mão do imediatismo dionisíaco e das fantasias e dos sonhos acaba em arrependimento e frustração; o planejamento, a obstinação, a frugalidade, a simplicidade e a abnegação são os únicos caminhos para o sucesso. A religião Igreja do Evangelho Fenomenológico Quântico não quer criar nenhum embaraço ou de qualquer privação para o estilo de vida de ninguém, nem regular o lazer, nem regular a dieta alimentícia, nem regular o que você bebe, nem regular como você se diverte onde e qual o dia da semana nem a hora nem o horário, nem como, por que a liberdade é inegociável, é um compromisso pessoal entre apenas o fiel e Deus, sem fiscais na terra. Amém.