sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

A heresia do Arianismo.

 

A heresia do Arianismo.



A última sentença de morte dada ao judaísmo em 325 d.C, foi um golpe certeiro no judaísmo, o último precedente para enterrar de vez o judaísmo e permitir que o novo judaísmo customizado com o nome de cristianismo pudesse se livrar da confusão e sincretismo com a sua origem judaica depois do surto de loucura de Pedro e Apolo com seus delírios contra o princípio da proibição judia de consumo dos alimentos impuros onde debatem com o suposto elemento angelical na sua visão, então esta sua visão que nem sequer se atreveram a dizer nem sequer sugerir com todas as letras que se tratava explicitamente de parte de Deus ou do espírito santo em revelação, revela o texto tratar-se apenas de vozes dentro da cabeça de Pedro, o mentiroso, o que negou Jesus, que entrou em surto e êxtase.


 Pedro sendo judeu é questionado por quê estava falando e comendo com um gentio incircunciso? Parece que Pedro inventa que ele comeu alimentos impuros também porque teve uma visão permitindo quebrar outra lei de Moisés, por analogia poderia também quebrar este costume que proibia um judeu confraternizar com o gentio já que lhe foi permitido comer também alimento impuros. Atos 11:3.

Pedro entra em estado de êxtase, e ouve uma voz que lhes dizia que deveria violar a lei de Moisés sobre alimentos proibidos, ele foi contra o que a voz argumentou.



Mas a voz respondeu “Não considere impuro o que Deus purificou”. Isto lembra o paralelismo com o diálogo da serpente com Eva no Jardim do Éden que disse para Eva “Com toda certeza não morrereis!”.



Resta perguntar se Eva sabia que serpentes falavam?

Quem falava através daquela serpente?

Sabia também, Eva, isso?



Resta saber se Pedro estava familiarizado com as vozes da sua mente e se poderia distinguir se aquela voz na sua mente era um delírio ou se era a voz de Deus.



Com esta dúvida se inicia a grande ruptura entre o Judaísmo e o novo cristianismo que nascia ali daquele equívoco ou daquele mistério.



O cristianismo terá que conviver com esta questão mal resolvida eternamente.



Dali em diante, então superadas as leis de Moisés, e já abandonado discretamente a cerimônia da circuncisão dos gentios e gregos, restava agora inserir Jesus Cristo no velho testamento, em nenhum momento citado, nem lembrado nos livros e pergaminhos e papiros na história dos livros sagrados mais antigos do tronco judaico conhecido e ensinado como ensinamentos de Yahweh, exceto a citação em Isaías 53, cuja interpretação bastante permissiva de alguns manipuladores, (todos os cristãos pensam isso) também faz parte da encenação tanto como a simulação da revelação bem tardiamente da serpente do Éden como sendo o próprio diabo (o diabo não existe no velho testamento) em Apocalipse; como também a nunca citada figura do Diabo em todo o velho testamento.



Daí por diante, assim a manipulação vai ficando complicada e chega ao seu máximo com a decretação de que Jesus e Deus são os mesmo, derrotando a lógica, a história da Bíblia toda do velho testamento, da torah



Para os maiores troncos do judaísmo jesus nunca existiu.



Se, então se constrói que Jesus é próprio Deus está resolvido o problema da unidade da Bíblia sagrada entre o velho e o novo testamento: onde se lê Yahweh leia-se Jesus, são definidos como um só a partir do Concílio de Niceia na mesma entidade Jesus e Yahweh, atropelando a lógica, a história, a tradição, a semântica, criando a catedral sofística onde o pai de Jesus é quem fecundou a Maria, virgem, casada com José, então o pai biológico é o Espírito Santo que forneceu o cromossomo Y da masculinidade; o pai espiritual é Deus pai Yahweh; José é o padrasto traído pelo Espírito Santo que é um adúltero, e jesus é filho e pai de si mesmo pois é também Deus, Maria é mãe de Jesus e mãe de Deus pai.


Pior: houve um estupro do espírito violador ou estuprador; uma pessoa que foi dopada, ou está alcoolizada, mesmo que esteja em estado de inconsciência por vontade própria, como dormindo, ou desmaiada, não pode ter sua intimidade violada, pois não está em condições de expressar sua vontade porque isso é estupro segundo as leis brasileiras no código penal brasileiro.


Não está dito, mas as consequências são o absurdo de que Deus foi crucificado, humilhado e morto na cruz! Deus morreu? Esse labirinto semântico mereceu dezenas de consílios e encíclicas durante séculos na igreja católica.



Esse é o resultado da troca da conversão da bíblia judaica em bíblia cristã, trocaram a crucificação de Deus pela adoção do velho testamento na bíblia mas sem as leis de Moisés onde não convém, como Deuteronômio 28: totalmente abolido.



Deus e José são pais adotivos de Jesus que é filho e pai de si próprio, os católicos são uma espécie de psicopatas mais civilizados do mundo religioso, porque tentar harmonizar tantas incongruências apenas para garantir a coerência e continuidade da bíblia que é apenas mais um esforço inútil para dar sustentação a tantos mitos interessantes quanto absurdos, que vão se juntar a: salvação e continuidade da preservação das espécies da humanidade pela arca de Noé; casamento de Caim, misterioso e inexplicado e confuso com uma mulher numa terra que não existia; o castigo dos quatrocentos anos de escravidão no Egito dos hebreus mesmo sendo comandados por Moisés; e sendo o escravo hebreu José tendo sido administrador, uma pessoa muito influente e da confiança direta no reino do Faraó anônimo desconhecido e sem nome citado pela bíblia sem uma referência de ano cuja a data a bíblia desconhece; tem também a filha de Faraó cujo nome não se sabe que recolheu José bebê de um rio à deriva em uma cesta; e a esposa rainha do Faraó seduzindo e acusando José de estupro, cujo nome nunca é citado; parece que a bíblia sofre de uma espécie de amnésia seletiva e conveniente de maneira que poucos fatos podem ser insertos na história antiga registrada e bastante e universalmente conhecida com nomes e datas citadas e com as exceções como o nome Pilatus que aparece como mágica no julgamento de jesus pelos rabinos, bem como é citado excepcionalmente também o nome de rei Herodes.



Com estes arranjos o cristianismo deixa de ser uma arremedo, um arranjo, um constructo do judaísmo para ser uma continuidade teológica e histórica do judaísmo, talvez para herdar toda a história de mais de três mil anos e se tornar uma religião eterna com longa tradição, com fundamentos desde a origem do gênesis e não uma derivação da cabeça de Paulo, Lucas, João, Pedro, Apolo, Marcos, assim o cristianismo já nasce com uma tradição herdada do judaísmo, onde o capítulo 28 de Deuteronômio foi burlado, mas o dízimo levítico foi recepcionado, mas a adição de mais de 3500 anos de graça por osmose neste parto cesariano do concílio de Niceia e outras avenças foi o . O velho testamento foi fatiado através da cláusula homoousios.



Credo Niceno: Jesus foi criado e não gerado, uma incongruência lógica, um elenco sofístico, uma falácia de petição de princípio; perfeita armadilha semântica.



Somente uma pessoa no limite da estupidez e extremamente mal-intencionado defensor ardoroso do cristianismo pode sustentar o insustentável sem esse fervor cristão insano que foi o anti arianismo, que precisou exilar cinco vezes o bispo Ário.



Justamente com Barrabás e Caifás são estas as cinco únicas citações na bíblia de pessoas da história verdadeira antiga comprovadamente existentes que fazem parte da história antiga romana que são citados nos evangelhos, mas os evangelhos não citam os fatos históricos ou talvez relacionados com os fatos ocorridos naquele mesmo período a própria história; por exemplo, a história antiga não cita Jesus, nem Maria nem José, nem o infanticídio de bebês hebreus decretado por Herodes por ocasião das novas sobre o nascimento do menino Jesus, e o que são os reis magos?



E por algum motivo a história da humanidade ignora quase todos os fatos citados na bíblia sagrada, desde a torre de Babel, a escravidão dos semitas hebreus no Egito por quatrocentos anos, não menciona as epidemias, ou pandemias das sete pragas do Egito, a fuga e a travessia do mar Vermelho a pé pelo leito do mar, nenhum dos milagres fabulosos de Jesus, as viagens de Paulo, a perseguição e Prisão de Paulo, nada disso ficou registro na História Antiga.



Quem narra estas inserções como história verdadeira dos tempos de Jesus é o historiador judeu Flavio Titus Josefo  encontra-se no famoso livro dele Testimonium Flavianum, uma das referências mais antigas a Jesus, mas considerada por alguns estudiosos de história antiga não judeus e não cristãos uma interpolação fraudulenta posterior.



Com a derrota do Arianismo o Cristianismo herdou os 39 livros da bíblia hebraica judaica e ganhou mais de 3500 anos de tradição, incluindo toda a historiografia desde a criação do mundo com Adão e Eva, com esse golpe intelectual passou a usurpar a toda esta tradição, esta enorme aberração lógica, usurpação da tradição e história judaica hebraica israelita foi enfiada goela abaixo expulsando e eliminando todos os Arianos que foram excomungados e executados, ou condenados à execução, este foi o momento mais importante do que a estabelecer o cânon da Bíblia pois sem este reconhecimento de que Jesus sempre existiu antes de nascer, mesmo ausente seu nome no velho testamento, ele estaria ali presente sendo Jesus e Deus a mesma pessoa, mesmo que em nenhum dos livros do velho testamento constasse qualquer vestígio do nome ou da pessoa de Jesus, ele seria no máximo uma profecia, assim, nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas quando Jesus clama na cruz “Eloi Eloi lama sabactani” no seus estertores pela clemência de Deus, “Pai porque me abandonastes”, uma cena psicopática, ele apelando para salvar a si próprio, mas os bispos não se importaram com esta incongruência talvez por que esta parte ainda não existia nos evangelhos, foram interpolados futuramente, posteriormente, como grande parte dos evangelhos, eles estavam de olhos nos 39 livros do velho testamento que seriam incorporados na nova Bíblia no século XVI juntando-se aos livros do novo testamento, incluindo as histórias que os novos cristãos de que eles estavam revolucionando a cultura e civilização romana.



Era preciso garantir que o Deus cristão, Jesus, fosse o mesmo Deus YahWeh judeu, assim a autoridade de Jesus seria a mesma de Deus Yahweh muito mais antigo e reconhecido com os mais de 39 livros em papiros e pergaminhos no velho testamento, e agora se precisava juntar o Espírito Santo; então estavam a um passo de inventarem a santíssima trindade colocando no mesmo nível de poder: Deus Yahaweh, Jesus Cristo e o espírito santo como parte da divindade, impondo a todos mais uma verdade teológica da igreja, a doutrina da santíssima trindade levou mais de um século para ser aceita, e o povo incluiu a virgem Maria ampliando a santíssima trindade para uma santíssima quadriunidade, em que em muitos lugares e países a Mãe de Deus está acima da santíssima trindade como atualmente acontece no México, Brasil, Filipinas, e muitos outros lugares, sendo rejeitada nas religiões protestantes onde sequer é respeitada ou citada tal a idolatria que recebe nas igrejas católicas numa prática aceita tolerada pelo Vaticano que não rejeita nem incentiva a idolatria a Virgem Maria.



Mas esta confusão com o sincretismo entre o judaísmo e o cristianismo trouxe uma reforma nas leis de Moisés, e nas cerca de aproximadamente oitocentas leis do judaísmo, e principalmente certas práticas judaicas excluídas ou modificadas como: a festa da páscoa, os alimentos condenados pelo judaísmo de certos animais abominados, a vestimenta judaica para homens, mulheres, o casamento entre judeus, a circuncisão.



Assim o primeiro papa depois do concílio de unificação teológica foi o próprio Constantino I, a circuncisão não foi incorporada do judaísmo mas todos os profetas do Judaísmo foram mantidos, ficando o dízimo, controverso, que era devido aos levitas a cada três anos e em forma ,de alimentos e excepcionalmente em dinheiro até a chegada ao templo que era a sinagoga; e começou a interpolar os evangelhos encontrados em papiros e pergaminhos fazendo-se adições e reescrevendo e escrevendo as cartas às igrejas, cartas apócrifas, evangelhos atribuídos aos citados apóstolos Mateus, Marcos, Lucas e João, assim começou a adulteração dos textos sagrados a partir deste terceiro século, fundindo textos desde o sânscrito e incluindo ideias não judaicas, excluindo os cerca de 52 deuses que estavam sendo cotados para ser o único Deus judeu Yahweh, permanecendo ao final do concílio de Niceia apenas o deus Judeu Yahweh.



Os textos dos quatro evangelhos foram escolhidos, com toda a certeza dentre os mais de 330 evangelhos apresentados como candidatos a pertencerem ao cânone, o foram neste concílio de 325 d.C. Sendo excluídos muitos livros como os Macabeus sendo muito controversa a partir daí a data certa em que foram escolhidos os cânons escolhidos.



Esta luta permaneceu até o concílio de Trento onde se tem notícia das lutas corporais dentro deste concílio aonde se definiu a cara do cânon definitivo para o velho testamento.



Dos 330 evangelhos existentes no concílio de Niceia ficaram apenas 4 evangelhos apócrifos atribuídos a Mateus, Marcos, Lucas e João dos quais não há certeza sobre a autoria.

Desculpem-nos os hebreus, judeus, israelitas, nós os ocidentais cristãos e muçulmanos roubamos e sequestramos depois distorcemos e falsificamos a cultura judaica para criarmos as nossas religiões através da manipulação e da deturpação e da profanação da cultura judaica, perdão


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